
Dois dias é pouco para Paraty, mas mais que suficiente para recarregar de verdade. Veja como passar um fim de semana que pareça férias, e não uma maratona.
Por Bianca · 2026-06-15
Num fim de semana, escolha as duas paisagens que mais importam — o centro colonial e a água — e não tente encaixar as cachoeiras também. Melhor fazer duas coisas bem do que três correndo.
Tente chegar no fim da tarde (um transfer privativo deixa a chegada de sexta sem estresse). Largue as malas, dê o primeiro mergulho enquanto as luzes da piscina se acendem e desça para jantar no centro histórico. Deixe a primeira noite leve — um boteco, música ao vivo escapando de alguma porta, uma caminhada sem pressa pelas ruas iluminadas por lampiões.

Dedique o sábado à água. Um passeio de barco pela manhã — escuna compartilhada ou uma lancha privativa, se preferir definir o seu próprio ritmo — leva você pelas ilhas para nadar e mergulhar de snorkel. De volta no meio da tarde para a piscina e um descanso, e então o grande jantar da viagem: reserve a Banana da Terra ou o Quintal das Letras. Termine no deck com a lua nascendo.
O domingo é para o centro histórico no seu momento mais tranquilo. Um café, uma volta sem pressa, as igrejas, talvez a subida até o Forte para uma última vista. Um almoço relaxado, um mergulho final e então a estrada de volta — planejada para sair antes de o trânsito de domingo à noite engrossar na estrada da costa.
O segredo de uma boa viagem curta é não se esgotar. Deixe a sua anfitriã reservar o barco e o jantar com antecedência, para você não ficar organizando tudo em cima da hora, chegue tranquilo com um transfer e deixe uma tarde totalmente livre. É essa a diferença entre um fim de semana de folga e um fim de semana de burocracia.
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